Vídeo: Sobrinho que matou o tio se apresenta à polícia e diz que a ‘arma do crime era da vítima’

  • Karina Veríssimo e Bronka
Vídeo: Sobrinho que matou o tio se apresenta à polícia e diz que a ‘arma do crime era da vítima’

Ivan Caetano de Alencar, 27 anos, acompanhado da advogada Cristian Alexandre e da assistente Caroline Bulhões, se apresentou à delegada Andréa Alves Pereira, na 2ª Delegacia de Polícia, na manhã desta quarta feira (28) para confessar o assassinato do tio, Osvaldo Góes de Alencar, na tarde do último sábado.

Na tarde desta terça feira, o acusado falou com exclusividade ao repórter policial da 94 FM, Sidnei Lemos, o Bronka, e explicou os motivos que o levaram a matar o tio. Em entrevista, Ivan contou que há muito tempo ele vinha sendo humilhado, sofrendo agressões e vítima de furto do tio, que o roubava para comprar drogas.

Ivan contou que, no dia do crime, por volta das 12h, chegou em casa do trabalho e foi tomar tereré em frente à casa de um vizinho, quando o tio se aproximou aparentemente bêbado e passou a xingá-lo, sem motivo aparente.

Logo após, o tio retornou para a residência, momento ao qual Ivan alega ter o procurado para conversar sobre os motivos do xingamento e de toda a raiva, onde percebeu que o tio portava uma arma. Com medo, ele entrou em luta corporal com o tio e tomou a arma das mãos da vítima.

Temendo pela vida, ele atirou no tio, mas que não tinha intenção em mata-lo e nem sabe ao certo quantos tiros foram deflagrados.

Após o crime, ele foi à casa da prima, filha da vítima, e confessou que havia matado Osvaldo. Ele alega que, pouco antes do horário do almoço, teria ligado para a PM dizendo que o tio estava muito violento em casa, mas que nenhuma viatura teria aparecido na residência.

O acusado apresentou a arma do crime, um revólver calibre 38, e afirmou que a arma pertencia ao tio e ainda declarou à reportagem que já havia sido detido duas vezes por porte ilegal de arma de fogo.

Ele foi ouvido em declaração e indiciado pelo crime de homicídio, mas vai responder o processo em liberdade por não ter sido registrado o flagrante.

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