Durante operação do Gaeco, policial é preso em flagrante por tráfico de drogas

Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão.

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) divulgou nesta terça-feira (15) o balanço da Operação Themis, que foi deflagrada ontem (14) nas cidades de Três Lagoas, Campo Grande e Ponta Porã.

De acordo com o Gaeco, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão, inclusive nos presídios de Ponta Porã e Campo Grande, três prisões preventivas e três em flagrante, sendo um Policial Militar por tráfico de drogas (foram encontrados três quilos de maconha dentro do armário dele), um alvo não militar por porte ilegal de munição e um outro alvo não militar - que já estava em prisão domiciliar porque foi preso por tráfico há alguns dias - também por tráfico de drogas, uma vez que foi encontrada maconha no interior da casa no momento do cumprimento do mandado de busca.

Além do entorpecente, foram apreendidos celulares e documentos.

Operação

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado deflagrou na segunda-feira (14), a Operação Themis para dar cumprimento a três mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão, evolvendo os municípios de Três Lagoas, Campo Grande e Ponta Porã, em investigação que apurou a prática dos crimes de organização criminosa, coação no curso do processo, violação de sigilo, associação para o tráfico e tráfico de drogas.

As investigações tiveram início a partir de pedido de apoio da Promotoria de Justiça de Três Lagoas e tinham como objetivo aprofundar os esclarecimentos acerca do cometimento do crime de coação do curso do processo envolvendo atuação funcional de membro do Ministério Público em processos judiciais. Durante as diligências se constatou o envolvimento dos envolvidos não só com o crime originário, como também com o tráfico de drogas.

Foram alvos de busca celas dos presídios de Ponta Porã e Campo Grande, a casa e o local de trabalho de todos os envolvidos e o BPM de Três Lagoas.

Foram apreendidas drogas e munição, cujos flagrantes foram lavrados na Polícia Civil de Três Lagoas.

O nome da operação refere-se à Deusa da Justiça e foi adotado em referência ao respeito que se deve dar a todas as decisões judiciais, ainda que não se concorde com elas.

A operação contou com o apoio do Batalhão de Choque, Corregedoria da PM e Aepen.


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