Morrer em casa

Morrer em casa

Pensei em escrever estas linhas, ontem, quinta-feira, mas o telefonema do editor com o assunto da preparação do livro do José Ibrahim, me tomou a atenção e o tempo passou. Gosto de estar aqui. Este é um encontro importante para mim e espero, também para vocês.

Aprecio preparar os temas, e em geral, procuro escrever a partir de uma reflexão sobre algo da atualidade e, entre os dois países. Mas também gosto de “pincelar” sobre um assunto que me chama a atenção, sobre o quotidiano, sobre algo que nos ajude ou nos questione na vida.

E um tema que me chama a atenção nestes últimos tempos é o da morte. Tinha marcado a frase “Morrer em casa” que li outro dia. Não me lembro mais dito por quem. Um brasileiro, ou brasileira? Após muitos anos de vida por aqui, essa pessoa decidiu voltar ao Brasil para “morrer em casa”. Nestes tempos de mundialização qual seria o sentido de casa? A gente vive se deslocando... Entretanto, ligados às raízes, às lembranças, mas fazendo outras raízes nos novos lugares... o que termina sendo importante para cada um? Qualquer dia destes farei uma pesquisa com pessoas com estas características para ter respostas, digamos, mais científicas.

Nesta manhã ainda cinza de começo de primavera, as temperaturas ainda andam baixas por aqui. Mas já estamos na primavera e neste final de semana mudamos de Hora. O Brasil já fez sua parte, de forma que teremos cinco horas de diferença para São Paulo e seis para o Mato Grosso do Sul! Feliz em estar logo por aí para o lançamento de “José Ibrahim, o líder da primeira grande greve que afrontou a ditadura”. O site já está pronto aqui: https://www.facebook.com/livrojoseibrahim/

Bom final de semana!


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