Alunos iniciam as aulas sem iluminação na principal avenida da Cidade Universitária

Milhares de alunos, professores e técnicos que frequentam a Universidade no período da noite estão sendo prejudicados.

Principal avenida da Cidade Universitária no escuro desde dezembro (Foto: reprodução/UFGD)
Principal avenida da Cidade Universitária no escuro desde dezembro (Foto: reprodução/UFGD)

A Universidade da Grande Dourados publicou uma nota, ontem (11), falando sobre a falta de iluminação na principal avenida da Cidade Universitária, que prejudica milhares de pessoas que frequentam o local. 

De acordo com a informação, por causa de uma inesperada cobrança de “contas de energia pendentes de pagamento por parte da UFGD” para a Energisa, as Universidades Federal e Estadual vêm sofrendo com a falta de luz no canteiro central da avenida principal, desde o final de dezembro de 2018.

Conforme a instituição, naquele mês, a concessionária entrou em contado com a UFGD para tratar das faturas de energia elétrica “que estavam em atraso” por parte da Universidade. Porém, após levantamentos realizados pela Prefeitura Universitária, foi possível identificar que tais faturas detectadas pela Energisa, referiam-se à rede de iluminação pública do canteiro central da avenida principal da Cidade Universitária de Dourados, que abriga a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul – UEMS e a Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD.

Ainda de acordo com a publicação, a referida iluminação, existente desde 1994, não atende só a UFGD, mas também à UEMS.

Contudo, ao não concordar com a cobrança e por não saber a partir de qual formalização tais faturas foram repassadas para a UFGD, o Prefeito Universitário entrou em contato com a Energisa para buscar uma solução conjunta, mas, apesar disso, no final do mês de dezembro, sem qualquer comunicação prévia à UFGD ou à UEMS, foi realizado o corte na iluminação pública do local.

A UFGD diz ainda que, mesmo tentando inúmeras vezes que a energia fosse religada, não conseguiu o objetivo. Sendo assim, milhares de alunos, professores e técnicos que frequentam a Universidade no período da noite estão sendo prejudicados.  

 “UFGD e UEMS, estão trabalhando juntas na busca de soluções para esta, que é considerada uma situação de alta gravidade. Todas as medidas estão sendo tomadas para que o problema seja resolvido o mais rápido possível", finaliza o comunicado.


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